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O que é o Cheerleading?

   O cheerleading surgiu em 1864 nos Estados Unidos, com o objetivo de animar torcidas, principalmente de jogos de futebol americano. O esporte se popularizou e chegou a América do Sul no início do século XXI, mas apenas em 2009 foi criada a União Brasileira de Cheerleaders (UBC). Desde então, o cheerleading vem conquistando cada vez mais atletas e se fazendo presente em meio a eventos esportivos mundialmente reconhecidos. Oficializado como esporte pelo Sportaccord em 2015, o ¨cheer¨ também foi reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) em 2016, estando agora a um passo de poder competir nas Olimpíadas.

   Muitas vezes associado a meninas com pompons gritando para os jogadores em campo, os atletas continuam na luta para quebrar esse estereótipo. O que muitos não sabem, no entanto, é que inicialmente o esporte era um prática somente masculina, e foi somente em 1923 que as primeiras mulheres começaram a participar. Atualmente, o esporte é composto 90% por mulheres. 

   O cheerleading é constituído em duas modalidades: Sideline e Competitivo. No Brasil, a principal é o ‘Cheerleading competitivo’ que consiste em um conjunto de diversas habilidades que unidas formam uma ‘rotina’, sendo essas habilidades a dança, saltos, acrobacias e stunts. Uma rotina consiste em uma apresentação de dois minutos e meio na qual os atletas devem demonstrar domínio em todas as habilidades. A segunda modalidade é o ‘Cheerleading de sideline’, tendo como principal objetivo a animação de torcida. Essa categoria compõem-se de danças, gritos de guerra, pompons, e megafones.

  Uma das partes cruciais para a formação do cheerleading são os stunts, que são compostos basicamente por uma flyer e sua(s) base(s). O número de bases pode ser variado conforme a modalidade, indo de uma base (partner stunt), duas (elite stunt), três ou até quatro (group stunt). A flyer é a pessoa a qual as bases elevam, e tem a função de ser o rosto principal do stunt e mexer com o público. As bases são responsáveis pela elevação em si, mantendo sempre a flyer estável para que ela possa fazer seu papel e dar movimento e beleza ao stunt. 

   Garra e força de vontade são os pré-requisitos necessários para quem tem o sonho de se tornar um ¨cheer¨. Sendo um dos esportes de maior contato físico, exige muita concentração e técnica para evitar que os atletas se lesionem. De acordo com dados do Journal of Pediatrics, divulgados pelo Yahoo!Sports, o cheerleading é o esporte que mais gera contusões sérias em mulheres americanas. Apesar disso, carrega toda beleza de um esporte que mistura criatividade, força e resistência. A prática do esporte é crescente e os atletas buscam cada vez mais novas formas de adquirir experiências.

   NO PARANÁ, estima-se que o número de times somente chegue perto dos 60, sendo 17 só em Curitiba. O estado se destaca em competições devido ao grande número de participação, sendo a região que mais possui equipes da modalidade. Não se sabe ao certo quando o esporte chegou ao sul do Brasil, mas o país todo é relativamente novo e ainda tem um caminho longo a percorrer. Portanto, a criação de órgãos como a Associação Paranaense de Cheerleading (APC) são importantes para auxiliar tanto na evolução dos atletas quanto na visibilidade do ¨cheer¨ dentro e fora do país.

Fonte:

https://www.britannica.com/sports/cheerleading

https://www.varsity.com/news/what-is-competitive-cheerleading/

https://tv.varsity.com/articles/5058547-cheerleading-earns-provisional-olympic-status

https://deles.ig.com.br/mundo-masculino/2013-09-17/pratica-esportiva-mais-perigosa-para-as-americanas-e-ser-cheerleader-diz-estudo.html

http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2016/12/rumo-olimpiada-uniao-internacional-de-cheerleaders-e-incorporada-ao-coi.html

https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/01/17/O-que-faz-do-cheerleading-um-esporte-quase-ol%C3%ADmpico

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